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Teste The Blood of Dawnwalker: o RPG vampírico que deixaria Geralt orgulhoso, e encanta a GameBlog
Resumo
The Blood of Dawnwalker, primeiro título da Rebel Wolves fundada por veteranos da CD Projekt RED, é um RPG dark fantasy vampírico ambicioso ambientado nos Cárpatos do século 14. Com uma escrita marcante, um sistema dual dia/noite que realmente permeia a jogabilidade e escolhas morais que têm peso, ele supera muitos RPGs recentes, mesmo que sofra com um mundo aberto datado e algumas asperezas técnicas a corrigir.
Se você gostou de The Witcher 3 e está em busca de um RPG dark fantasy exigente, com um verdadeiro peso moral em suas escolhas, The Blood of Dawnwalker merece a compra, mesmo que seja preciso esperar por um patch day one na versão console. No PC, por outro lado, a experiência já é sólida do início ao fim, segundo o jornalista da GameBlog.

A Rebel Wolves, fundada por veteranos da CD Projekt RED, assina um RPG ambientado nos Cárpatos do século XIV. Nele, você controla Coen, transformado em Vesperal - humano de dia, vampiro à noite - com 30 dias para salvar sua família das garras do senhor vampiro Brencis. A reviravolta narrativa não é apenas cosmética: ela permeia toda a jogabilidade.
O que funciona
A escrita é visivelmente o verdadeiro golpe de mestre do jogo. As escolhas entre humanidade e sede de sangue não se limitam a exibir uma barra moral vazia: elas podem literalmente matar um NPC importante se você negligenciar se alimentar no meio de uma conversa. É cruel, é marcante, e isso coloca The Blood of Dawnwalker acima de muitos RPGs recentes nesse aspecto.

A dualidade dia/noite também cumpre suas promessas do lado da jogabilidade, segundo a GameBlog. Na forma humana, reencontramos as sensações estilo Witcher modernizadas, espada e magia de sangue. Na forma vampírica, o jogo muda para algo mais visceral: teleporte, escalada de paredes, garras devastadoras. Os combates, com seu sistema de quatro direções à la Kingdom Come Deliverance, são claramente mais proativos do que os de The Witcher 3, especialmente nos duelos contra chefes.
Em termos de conteúdo, o título parece não economizar: sabotagem de acampamentos, caça a monstros, exorcismos, saque de ruínas. Conte com cerca de cinquenta horas para concluir o essencial no modo Difícil, sem que isso se torne exaustivo.
O que emperra
O mundo aberto, por sua vez, cheira a naftalina. Calcado no modelo de The Witcher 3, ele oferece um grande cenário geralmente vazio entre os pontos de interesse, com preenchimento mínimo fora das atividades roteirizadas. Onze anos depois, a fórmula não surpreende mais.

O bestiário também carece de variedade - dois ou três padrões por tipo de inimigo, rapidamente memorizados - e a mira automática entra em parafuso assim que você enfrenta vários adversários. Tecnicamente, a sessão de PC da GameBlog em ultra a 1440p rodava a mais de 100 fps, exceto na cidade principal, onde as quedas abaixo de 60 fps durante o dia levantam questionamentos, assim como o destino reservado ao Xbox Series S, limitado a 30 fps.
Veredito: um RPG dark fantasy com escrita e jogabilidade dual verdadeiramente inspiradas, ligeiramente prejudicado por um mundo aberto datado e algumas arestas técnicas a corrigir.
Pontos fortes
- Escrita e escolhas morais com consequências reais e irreversíveis
- Dualidade dia/vampiro que realmente muda a jogabilidade, não apenas cosmética
- Combates proativos de quatro direções mais dinâmicos que The Witcher 3
- Elenco de personagens marcantes, bem servido pela dublagem em francês e no áudio original
- Conteúdo generoso (~50h) sem ser artificialmente inflado
Pontos fracos
- Mundo aberto calcado em The Witcher 3, vazio entre os pontos de interesse
- Bestiário pouco variado, padrões de inimigos rapidamente decorados
- Mira automática instável em combates contra vários adversários
- Quedas de framerate na cidade e Xbox Series S limitado a 30 fps
Veredito
Um RPG vampírico com escrita mordaz e jogabilidade dual envolvente, prejudicado por um mundo aberto datado.
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The Blood of Dawnwalker te atrai apesar de seus defeitos técnicos e seu mundo aberto datado?
Perguntas frequentes
Quem desenvolveu The Blood of Dawnwalker e de onde vem sua inspiração?
Qual é o conceito central do jogo e por que ele é importante?
Como funciona de fato o sistema de escolhas morais neste jogo?
Qual é a diferença entre os combates na forma humana e na forma vampírica?
Como o jogo roda tecnicamente em PC e console?
Destaques
- A escrita é o verdadeiro trunfo do jogo, com escolhas entre humanidade e sede de sangue que literalmente matam NPCs importantes se você negligenciar se alimentar.
- A mecânica dual dia/noite transforma radicalmente a jogabilidade: humano com espada e magia de sangue de um lado, vampiro com teleporte e garras devastadoras do outro.
- O sistema de combate de quatro direções mostra muito mais proatividade do que The Witcher 3, particularmente nos duelos contra chefes.
- Conte com cerca de 50 horas para concluir o essencial no Difícil, com missões variadas (sabotagens, caçadas, exorcismos, ruínas).
- O mundo aberto calcado em The Witcher 3 tem cheiro de mofo depois de 11 anos, com terreno vazio demais entre os pontos de interesse e um bestiário pouco variado.
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