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Preview Cinder City: as impressões da IGN France após a demo da Gamescom 2026
Resumo
Cinder City se mostra pela segunda vez na Gamescom com uma demo centrada no gameplay puro. NCSoft entrega um TPS cooperativo que enxerta mecânicas de MMO e raid em um shooter tenso, com cinco Cinder Knights em papéis bem distintos. O veredicto permanece cauteloso: o combate prende, mas manete em mão e história revelada serão decisivos.
Segunda passagem de Cinder City por Colônia, e desta vez a NCSoft apostou tudo na carta do gameplay. Nada de coletiva de imprensa interminável, nada de storytelling carregado: uma demo centrada no shoot, nas classes e nas masmorras. O sentimento predominante ao sair da apresentação? Uma curiosidade sincera, mas ainda cautelosa, conta a IGN France.
O que funciona claramente é a legibilidade do combate. A sequência de abertura com Seven, agente corpo a corpo ágil enfrentando um tanque blindado no estilo Reinhardt, dá o tom imediatamente: nervosismo de TPS, mas com padrões de chefe que remetem diretamente a raids de MMO. Um escudo cinético para usar no momento certo, uma cúpula de cura para posicionar na área, pontos fracos a expor para os DPS - a ambientação desses confrontos é caprichada segundo a IGN, e para um jogo que poderia se contentar com um saco de pontos de vida genérico, é um bom ponto a favor.

A complementaridade entre os cinco Cinder Knights vistos (Seven, Angel a suporte à distância, a atiradora de elite, o tanque corpo a corpo, o robô de dano em área) dá vontade de explorar as árvores de talentos, aparentemente bastante ricas para permitir vários builds dentro de um mesmo arquétipo. O jornalista também indica que o sistema pensado para facilitar o reroll para outra classe sem começar do zero também é uma boa surpresa no papel.

O que preocupa, por outro lado: continua sendo uma demo filmada, sem controle nas mãos, portanto impossível avaliar a sensação real dos tiros nem a fluidez em situação de estresse. O mundo aberto, por sua vez, soa bastante clássico em sua descrição - acampamentos para limpar, PNJs para resgatar, eventos dinâmicos - um esquema visto mil vezes desde The Division, sem que ainda se saiba o que realmente o vai distinguir ao longo do tempo. A parte narrativa também continua sendo uma grande incógnita, totalmente ausente desta apresentação.

A mistura TPS coop / RPG / masmorras de MMO intriga e parece coerente no papel. Começa bem segundo a IGN, desde que o end-game se sustente e que o jogo com controle nas mãos confirme essas sensações de shoot. Veredito reservado para uma verdadeira sessão jogável, prevista para mais adiante no desenvolvimento - lançamento previsto para PC ao longo de 2027.
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Você se sente atraído por essa mistura de TPS cooperativo e mecânicas de MMO para Cinder City?
Perguntas frequentes
O que é Cinder City afinal?
Como funciona o sistema de classe e personalização?
O que realmente funciona na demo?
O que levanta questões no momento?
Quando o jogo será lançado?
Destaques
- O sistema de combate expõe claramente os papéis e padrões de boss de MMO, longe do simples saco de HP genérico.
- Cinco Cinder Knights distintos com árvores de talentos ricas que deixam entrever vários builds viáveis por arquétipo.
- O reroll para outra classe sem recomeçar do zero parece bem pensado e libertador para os jogadores.
- O mundo aberto ressoa muito clássico por enquanto — acampamentos para limpar, PNJs para resgatar, eventos dinâmicos que já vimos mil vezes.
- Impossível julgar a sensação real do tiro sem manete em mão, e a narrativa permanece totalmente ausente desta apresentação.
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