Preview The Adventures of Elliot: Uma epopeia HD-2D que se inspira em Zelda sem perder sua identidade segundo a Gameblog
Crédito: Square Enix

Preview The Adventures of Elliot: Uma epopeia HD-2D que se inspira em Zelda sem perder sua identidade segundo a Gameblog

Alexandre Alexandre Jollier
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Resumo

The Adventures of Elliot: The Millennium Tales se inspira fortemente em A Link to the Past com sua visão isométrica e suas masmorras enigmáticas, mas a Square Enix adiciona um sistema de combate técnico e rico. Graças a um sistema de armas variadas, uma companheira fada interativa e uma bela direção artística em HD-2D, esse Zelda-like promete uma experiência exigente e generosa para os fãs do gênero.

Depois de uma boa hora na demo de The Adventures of Elliot: The Millennium Tales, o jornalista da Gameblog dificilmente pensa em outra coisa que não seja uma reinvenção de A Link to the Past. Visão isométrica, vilarejos tranquilos, dungeons repletas de enigmas e bichinhos peludos: todas essas são bases familiares. Mas rapidamente, sente-se um ritmo totalmente diferente no título da Square Enix, mais dinâmico e técnico do que parece.

No coração da jogabilidade, um sistema de armas ricamente variado. Elliot pode escolher combinar duas armas entre sete tipos possíveis, indo da espada rápida ao arco de precisão, sem esquecer a lança mais metódica. Cada uma tem seu próprio ritmo, alguns frames de recuperação, e segundo a Gameblog, sente-se imediatamente a diferença no combate. São os cristais coletados que permitem estreitar esse ciclo de exploração-loot-upgrades que, aparentemente, já é satisfatório na demo.

Encontramos, por fim, em Faie, a pequena fada que acompanha Elliot, uma verdadeira singularidade. Pois ela vai muito além de um mero acessório: ela adiciona uma camada extra de jogabilidade, propondo um dash autônomo, uma teleportação de Elliot para sua localização, um pequeno controle no analógico direito, ou é simplesmente jogável por um segundo jogador durante uma partida cooperativa... Nos combates mais intensos, posicionar Faie atrás de uma linha de inimigos para depois se teleportar até ela e atacar pelas costas se torna uma manipulação natural. Nas dungeons, suas habilidades se integram como peça-chave da arquitetura dos níveis, entre antecipação e reflexos.

Visualmente, esse HD-2D ainda funciona muito bem, nos diz o jornalista. Os cenários de Philabieldia continuam feitos de sprites elaborados, volumes que iluminam, profundidades de campo inesperadas. O reino de Huther, protegido por seu feitiço de salvaguarda, contrasta lindamente com as terras selvagens invadidas pelas tribos bestiais. Entre passado e presente, ruínas em agonia e cidades ainda erguidas, a promessa de uma aventura distribuída ao longo de quatro eras abre um amplo campo de possibilidades, ainda mais quando um interesse pela narrativa já deixa filtrar algumas pistas sobre a maldição que atinge a princesa Heuria.

Se nem tudo está ainda perfeitamente equilibrado, pois algumas hitboxes carecem um pouco de clareza e a dificuldade aumenta rápido demais se você jogar como um turista, esse primeiro investimento nos permite antever um action-RPG exigente, mas generoso. Se mantiver essa atmosfera do início ao fim, The Adventures of Elliot: The Millennium Tales pode ser a boa madeleine que os fãs de Zelda-like estão procurando. E é a Gameblog quem diz isso!

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Perguntas frequentes

Em que The Adventures of Elliot se diferencia dos outros Zelda-like?
Apesar de sua inspiração evidente em A Link to the Past, o jogo propõe um sistema de combate muito mais técnico com sete tipos de armas combináveis e uma companheira fada jogável que integra uma verdadeira profundidade estratégica, tanto no combate quanto na exploração.
Qual papel os cristais desempenham na progressão?
Os cristais coletados alimentam o ciclo exploração-espólios-melhorias, permitindo refinar as mecânicas de jogo e otimizar o personagem ao longo da aventura.
O jogo oferece multiplayer?
Sim, Faie pode ser controlada por um segundo jogador para uma experiência cooperativa completa, adicionando uma dimensão tática extra aos combates e aos enigmas das masmorras.
Há problemas identificados na demo?
Alguns elementos carecem de polimento: algumas hitboxes não são claras e a dificuldade aumenta muito rápido para os jogadores menos agressivos, mas nada que comprometa fundamentalmente a experiência.

Destaques

  • O sistema de combate combina sete tipos de armas que podem ser combinadas duas a duas, cada uma oferecendo um ritmo e cadências de recuperação distintos.
  • Faie, a companheira fada, vai muito além do papel de simples acessório ao adicionar uma camada estratégica via o dash, a teletransporte e até o modo cooperativo.
  • A estética HD-2D funciona perfeitamente com sprites elaborados, iluminação volumétrica e profundidades de campo surpreendentes.
  • A história se estende por quatro eras diferentes, prometendo uma aventura rica com pistas sobre a maldição que atinge a princesa Heuria.

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