- Início
- Guias
- Quarantine Zone: The Last Check
- Quarantine Zone: The Last Check - As ferramentas e seu funcionamento
Quarantine Zone: The Last Check - As ferramentas e seu funcionamento
Resumo
Quarantine Zone: The Last Check coloca você no papel de um inspetor responsável por diagnosticar os infectados no Checkpoint Alpha. Descubra as oito ferramentas de diagnóstico progressivas do jogo, do termopulsômetro ao matioscópio, e as estratégias essenciais para dominar a inspeção dos sobreviventes e conter a epidemia do vírus zumbi.
Em Quarantine Zone: The Last Check, enquanto você interpreta um inspetor no Checkpoint Alpha, você desempenha um papel crucial na luta para conter o avanço do vírus zumbi. Cada escolha que você fizer pode, portanto, ter repercussões virulentas sobre a epidemia, e a missão que você terá de conduzir se organiza em torno de um domínio das ferramentas diagnósticas que lhe serão confiadas progressivamente.

As ferramentas diagnósticas e seu uso
O jogo oferece oito ferramentas principais na roda de equipamento (tecla “Q”). Cada ferramenta aparecerá em um dia específico ao longo da campanha, enquanto o modo Sem Fim dá acesso a todas as ferramentas desde o início.
O Termopulsômetro (Dia 2): Este aparelho mede os sinais vitais dos sobreviventes. Valores superiores a 41 graus (temperatura) ou 180 batimentos (pulso) podem indicar uma possível contaminação pelo vírus zumbi. Também será possível constatar que reflexos de espirros ou um soluço podem se manifestar em caso de temperatura ou pulso elevados demais.
O Martelo de Reflexos (Dia 4): Use-o apenas nos braços ou nas pernas para tentar encontrar a resposta do músculo. Ao verificar os reflexos, a lentidão, ou mesmo a atenuação, evoca o vírus. Pequena precaução: bater no sobrevivente na cabeça ou no tórax causa dano. Uma mandíbula muito baixa indica potenciais problemas de reflexos musculares.
O Scanner (dia 6): certos sintomas podem estar escondidos sob as roupas. O scanner examina nossos sobreviventes sem que você precise despi-los (uma pena, talvez, em certos casos?!). A primeira ferramenta para verificar a ausência de equimoses, marcas de mordida, cicatrizes, e todos os indicadores de uma possível infecção.

O Estetoscópio (dia 9): o vírus pode causar problemas respiratórios. Assim, o estetoscópio permite acompanhar a respiração e descobrir irregularidades. Ondas amplas são reveladoras. Pulmões manchados, doença potencial e infecção provável.
A Seringa (11º dia): Este analisador extrai amostras de fluido para investigar uma infecção. Se o fluido ficar laranja, o sobrevivente está infectado. As seringas são de uso único e em quantidade limitada (mas você pode recuperar outras seringas enviando sobreviventes durante uma evacuação).
A Arma de fogo (13º dia): Ela deverá ser usada contra os zumbis que se transformam no Bloco dos Sobreviventes ou na Quarentena, caso contrário você não conseguirá impedi-los de atacar.
Nota
Atenção, atirar em outros membros da equipe significaria game over!
A Radiografia (13º dia): Examine os órgãos internos dos sobreviventes para detectar possíveis sinais de uma infecção. Com a evolução do vírus, certos sintomas não são visíveis na superfície. Procure lesões, manchas escuras e colorações anormais dos órgãos.
O Matioscópio (Dia 16): permite enxergar o vírus. Aumente o zoom e percorra a retina do sobrevivente para detectar a presença de parasitas oculares e anomalias que possam confirmar a infecção. Quando as pálpebras caem, o matioscópio pode confirmar o diagnóstico.

Estratégias de inspeção funcionais
Os diagnósticos ficam progressivamente mais difíceis. Evidências como olhos injetados de sangue, pulmões manchados já não bastam para declarar a eliminação de um sobrevivente. De um paciente para outro, esses múltiplos sintomas, conhecidos ou não, devem ser descobertos confirmando os infectados no Laboratório.
Em caso de dúvida, a Quarentena está lá para verificar os sintomas do sobrevivente e eventualmente descobrir novos. Qualquer sinal de infecção deve levar à Quarentena. Os casos comprovados de infecção implicam a eliminação ou a transferência ao Laboratório para enriquecer seus conhecimentos diagnósticos.
Não se deve esquecer a função de Contrabando Interno, acessível por meio de Charlie no Dia 15. Vários pacientes tentam introduzir itens de contrabando, e recorrer a isso traz problemas de segurança para os sobreviventes do Bloco. É preciso desconfiar tanto da infecção quanto da atividade dos contrabandistas!
Compartilhar este artigo
Qual aspecto de Quarantine Zone: The Last Check mais chama sua atenção?
Perguntas frequentes
Quais são as primeiras ferramentas disponíveis no jogo?
Como saber se um sobrevivente está infectado com o termopulsômetro?
O que diferencia o scanner da radiografia?
Por que a quarentena é importante?
Quais são os riscos relacionados às seringas?
Destaques
- Oito ferramentas de diagnóstico são desbloqueadas progressivamente ao longo da campanha, cada uma revelando novos sintomas de infecção.
- O termopulsômetro detecta uma possível contaminação acima de 41°C de temperatura ou 180 batimentos de pulso.
- O domínio do scanner e da radiografia é crucial para identificar marcas de mordidas e lesões internas invisíveis a olho nu.
- A quarentena deve ser sistematicamente utilizada em caso de dúvida para confirmar ou descobrir novos sintomas de infecção.
- Atenção para não confundir as ameaças: vigilância necessária tanto contra a infecção do vírus quanto contra a atividade de contrabandistas internos.
Comentários
Nenhum comentário por enquanto. Seja o primeiro a comentar!
Deixar um comentário
Guias similares
Últimas notícias
Avalie Quarantine Zone: The Last Check
Clique em uma estrela para avaliar
Android
iOS
Mac
Meta Quest 3
Nintendo Switch
Nintendo Switch 2
PC
PlayStation 4
PlayStation 5
PS VR2
Steam Deck
SteamVR
Xbox One
Xbox Series