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Análise The Adventures of Elliot: The Millennium Tales - O HD‑2D finalmente arrisca no Switch 2 segundo a GameBlog
Resumo
The Adventures of Elliot: The Millennium Tales é um action-RPG em HD-2D desenvolvido por ex-membros de Octopath Traveler e Bravely Default que ousam tirar o estilo gráfico de sua zona de conforto. O GameBlog elogia um gameplay dinâmico em tempo real que mescla esquivas, aparas e poderes feéricos, uma narrativa bem ritmada e visuais impressionantes no Switch 2 a 60 fps.
Com The Adventures of Elliot: The Millennium Tales, a Square Enix tenta tirar o HD‑2D de sua zona de conforto. Com esse novo action-RPG criado por uma equipe de ex-desenvolvedores de Octopath Traveler e Bravely Default, descobrimos uma aventura mais nervosa. Vamos agora entrar um pouco mais em detalhes na análise do jornalista da GameBlog.
Primeira boa surpresa segundo ele, o gameplay. Estamos diante de um action‑RPG em tempo real, com uma base de esquivas, aparas e golpes carregados, reforçada pelos poderes do pequeno companheiro feérico que acompanha Elliot. Esses suportes, atribuídos a atalhos, permitem desacelerar o tempo, erguer escudos ou explorar as fraquezas elementais dos adversários. O dinamismo da progressão do jogo é visivelmente notável: novos equipamentos e habilidades a desbloquear, áreas secretas, mini-chefes e outros elementos, criando aquela famosa sensação de "sempre ganhar algo" após cada confronto ou desvio de corredor.
No plano narrativo, o prólogo em demo estabelece um universo de fantasia clássico, mas com bom ritmo, com um Elliot menos ingênuo do que se poderia temer e alguns diálogos impecáveis que apostam na ironia em vez do patético, com uma vontade de preservar pequenas histórias locais, no estilo de uma saga milenar fragmentada, em vez de jogar tudo de cara em uma grande narrativa de salvar o mundo.
Visualmente, o HD-2D atinge aqui um patamar superior, segundo a GameBlog, entre efeitos de profundidade e iluminações volumétricas, com certas cidades repletas de detalhes. No Switch 2, os 60 fps são mantidos de forma geral, exceto por raras quedas em momentos de sobrecarga ou grandes magias. Os tempos de carregamento são muito curtos, e a trilha sonora, entre cordas mais melancólicas e percussões mais cortantes em combate, acompanha a ação com pertinência, mesmo que, como muitos, os temas se mostrem menos memoráveis do que os de Octopath.
Conte com umas boas trinta horas para terminar a aventura principal, mais para quem se interessa pelas missões secundárias e pela otimização de build. Se a escrita ainda pode parecer um pouco escolar demais, a combinação de ações ritmadas e a encenação HD-2D fazem de Elliot um dos primeiros verdadeiros "system seller RPG" do Switch 2. E é a GameBlog quem diz isso!
Pontos fortes
- Gameplay de ação exigente, mas legível, enriquecido pelas habilidades da fada e por uma progressão muito gratificante
- Direção de arte HD‑2D suntuosa, com ambientes densos e uma iluminação impecável no Switch 2
- Conteúdo generoso e ritmo bem equilibrado entre exploração, combates e missões secundárias
Pontos fracos
- Escrita e personagens ainda muito convencionais para uma narrativa apresentada como milenar
- Algumas quedas de taxa de quadros durante grandes efeitos e temas musicais menos memoráveis que as referências do gênero
Veredito
Um action‑RPG HD‑2D sólido e inspirado, que finalmente faz do Switch 2 um verdadeiro terreno de jogo para os fãs de J-RPGs modernos.
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Perguntas frequentes
Que tipo de gameplay Elliot oferece?
Quanto tempo leva para terminar o jogo?
Como está a qualidade gráfica no Switch 2?
E quanto à narrativa e ao universo?
Destaques
- O gameplay action-RPG combina esquivas, aparas e poderes da companheira feérica para um combate dinâmico e estratégico
- A progressão recompensa constantemente o jogador com novos equipamentos, habilidades e áreas secretas
- O HD-2D atinge um novo patamar com efeitos de profundidade e iluminações volumétricas impressionantes
- O jogo oferece cerca de trinta horas de aventura principal com uma excelente manutenção dos 60 fps no Switch 2
- O título se afirma como um dos primeiros verdadeiros "system seller RPG" do Switch 2
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